por Renata Lea

Nos últimos dias, a EraTransmidia passou por momentos que fazem parte do imaginário de muitos dos que vivem em cidades onde há metrô. Durante três dias, vimos o que acontece por trás de túneis e portas restritas a funcionários. Tudo isso graças a um convite da AEAMESP (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô de São Paulo). A proposta era fazer vídeos 360 mostrando um pouco da rotina do meio de transporte que corre nas veias de Sampa. Com essa ideia na cabeça, uma câmera Theta nas mãos e pés nos trilhos, lá fomos nós.

Visitamos o pátio do Jabaquara, um dos vários pontos de parada e manutenção dos trens que circulam pela cidade. Subimos na torre de observação inativa, para ter a vista completa da área e quase conseguimos, mas o lugar é enorme! Logo depois, nossa câmera entrou em ação no espaço mínimo da cabine de um trem. Ao lado do operador, ela captou o caminho de plataforma a plataforma. O resultado foi uma bela experiência imersiva iluminada pelas luzes do túnel.

Também estivemos na estação da Sé, onde acompanhamos uma cadeirante, filmando tudo do seu ponto de vista. Nosso set final foi o monotrilho e, lá, fomos às alturas de novo.

Filmagens encerradas, filme editado, e chegamos a alguns minutos de experiência imersiva. Assim como quando fizemos os vídeos do Bicicultura, foram poucos dias de produção, mas o bastante. Com trabalho em equipe atendemos a AEAMESP e levamos inovação para a 22a Semana de Tecnologia Metroviária (STM). Nosso stand no evento tem recebido muitas visitas, que sempre se encantam com a imersão alcançada e com os produtos de nossos parceiros, a Loox e a Mundo360.

 

Mais uma vez, a EraTransmidia vê reforçada a ideia de que os vídeos 360 têm muito a oferecer a projetos multiplataformas. A imersão num universo fortalece os laços da audiência graças à empatia gerada nesse tipo de experiência. Para quem conta a história, fica o desafio de lidar com a liberdade do público, que segue seu próprio ponto de vista ao longo da narrativa.